A MSE Engenharia é uma empresa brasileira de engenharia e instalação de data center, com 47 anos de atuação. Executa instalações elétricas de média e baixa tensão, combate a incêndio, automação/BMS e comissionamento L1–L5 para data centers de colocation e hyperscale, em todo o Brasil. Entre as obras entregues estão um data center de +9 MW e 6 MW de TI com 240 km de condutores, o data center de 1.828 m² da Itaipu Binacional e instalações para construtoras de operadores globais em São Paulo. Atende operadores, construtoras e integradores, da mobilização à partida assistida.
Um dos maiores data centers em operação no Brasil: +9 MW, 6 MW de TI e 240 km de condutores executados pela MSE.
Nossa abordagem em qualidade e comissionamento garante data centers preparados para operar 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano.
Na MSE Engenharia, entendemos que velocidade de implantação, confiabilidade e previsibilidade são fatores essenciais em obras de data centers. Por isso, atuamos de forma integrada do planejamento da obra à construção, montagem, testes e comissionamento.
Instalações
Elétrica, incêndio, automação e sistemas sob um único responsável. Do ponto de entrega de energia ao rack, com equipe própria e comissionamento integrado.
Subestação, Média e Baixa Tensão
Subestação AT/MT, transformadores, painéis de MT e BT, barramento blindado e condutores até os data halls. Energia distribuída com rastreabilidade circuito a circuito. Referências: NBR 14039, NBR 5410, IEC 61439, TIA-942.
Geradores, UPS e Diesel
Grupos motogeradores, nobreaks de dupla conversão, baterias e armazenamento e distribuição de diesel. Topologias N+1 e 2N, sem ponto único de falha. Referências: Uptime Institute Tier Standard, NBR 14039.
Eletrocentros e Painéis Elétricos
Eletrocentros, painéis, PDUs e STSs fabricados e testados em fábrica própria. Chegam ao site prontos para conectar, encurtando o caminho ao first power. Referências: IEC 61439, NBR IEC 61439.
Combate a Incêndio
Sprinklers com válvulas de pré-ação, hidrantes, bombas, redes de tubulação e selagem corta-fogo (firestop). Proteção contra acionamento acidental dentro dos data halls. Referências: NFPA 13, NFPA 75, NBR 10897.
Detecção e Supressão por Gás
Detecção precoce por aspiração, SDAI e supressão por agente limpo. O fogo é identificado e contido antes de atingir os equipamentos de TI. Referências: NFPA 2001, NFPA 72, NBR 17240.
Automação e Monitoramento
CLP, BMS e EPMS integrados, com parametrização de relés e supervisão em tempo real de energia e alarmes. Referências: IEC 61850, TIA-942.
Segurança Eletrônica e Cabeamento
CFTV, controle de acesso, alarme perimetral e cabeamento estruturado conforme TIA-942 e TIA-568.
Infraestrutura e Leitos
Eletrocalhas, leitos, perfilados, bandejas e tubovias dimensionados para os data halls. Rotas separadas por tensão e sistema, prontas para expansão sem retrabalho. Referências: NBR 5410, TIA-569.
Estrutura Civil e Piso Elevado
Reforço de laje para racks, nobreaks e baterias. Piso elevado com vão técnico para ar e cabos, ou laje lisa com distribuição aérea. Referências: TIA-942, NBR 6118.
Certificação Tier 3
Experiência em data centers Tier 3, com manutenção concorrente e caminhos redundantes. Documentação, testes e as built preparados para a certificação do Uptime Institute. Referências: Uptime Institute Tier Standard, TIA-942.
Comissionamento L1–L5
Injeção de corrente, arc flash, seletividade e testes integrados do nível 1 ao 5. Redundância comprovada antes do first power. Referências: ASHRAE Guideline 0, Uptime Institute, NFPA 70E.
Sequência de uma obra de data center, do estudo inicial ao first power. Cada etapa é detalhada no guia completo.
Artigos assinados pela engenharia da MSE na Data Center Dynamics, principal veículo do setor de data centers.
As instalações modernas demandam alta densidade de energia, resfriamento líquido e sistemas de segurança avançados. Um parceiro integrado centraliza a responsabilidade, reduz interfaces e garante a harmonia entre elétrica, civil, mecânica, automação e incêndio.
Por que infraestruturas críticas não podem falhar: distribuição elétrica redundante, detecção precoce de fumaça e supressão por gás inerte em data centers e salas de controle.
Todos os conteúdos sobre a MSE publicados no principal veículo do mercado de data centers na América Latina.
Conteúdo técnico revisado pela diretoria de obras · Atualizado em setembro de 2026
Construir um data center não é uma obra civil com equipamentos dentro. É uma obra em que energia e rede definem o cronograma, e em que qualquer falha de compatibilização entre engenharia e execução vira risco de disponibilidade. É por isso que escolher uma empresa de construção de data center com equipe própria muda o resultado.
Um data center passa por três fases: engenharia (conceitual, básica e executiva), obra e instalações (civil, elétrica, incêndio e automação) e comissionamento até o first power. O trabalho começa pelo estudo conceitual, que define capacidade em MW, densidade por rack e topologia elétrica. Em seguida vêm a engenharia básica, o detalhamento executivo e a emissão dos documentos para construção. Só então entram terraplenagem, fundações, estrutura, salas elétricas, subestação, sistema de diesel e rede.
Construir um data center de médio porte leva de 12 a 24 meses, do estudo inicial à energização. O que mais atrasa não é a obra civil: são os equipamentos de prazo longo, como transformadores, geradores e no-breaks, que podem levar de 8 a 14 meses para chegar. Especificar esses itens ainda na fase de engenharia é o que sustenta o cronograma.
O custo de um data center é definido pela potência elétrica instalada (MW) e pelo nível de redundância, não pela área construída. Um galpão de 5.000 m² com 2 MW e um de 5.000 m² com 10 MW são obras completamente diferentes. Também pesam a infraestrutura de energia disponível no terreno e o nível Tier exigido.
Tier 2 tem componentes redundantes, Tier 3 permite manutenção de qualquer componente sem desligar a carga e Tier 4 tolera falhas com sistemas independentes. A classificação, escrita também como Tier II, Tier III e Tier IV, é definida pelo Uptime Institute. Um data center Tier 3 exige caminhos redundantes de energia; no Brasil, é o nível mais pedido em data centers de colocation. Quanto maior o nível, maior o impacto no layout, na subestação e no custo.
No modelo EPC turnkey, engenharia, obra, montagem e comissionamento ficam sob um único responsável; nos contratos separados, cada disciplina responde só pela sua parte. Contratar engenharia, construtora e montadora separadamente parece mais barato no papel, mas cria zonas cinzentas entre os contratos, e é nelas que aparecem o retrabalho e o atraso. Em data centers, o turnkey reduz interfaces justamente onde o risco de disponibilidade é maior.
Desenvolvemos soluções para data centers,
da obra ao comissionamento,
com first power no prazo.

Tier 3 é a classificação do Uptime Institute para data centers com manutenção concorrente: qualquer componente pode ser mantido sem desligar a carga de TI, o que exige caminhos redundantes de energia.
Processo de testes em cinco níveis, da inspeção de fábrica (L1) aos testes integrados com carga e simulação de falhas (L5), que comprova a redundância antes do first power.
BMS é o sistema de automação predial que supervisiona utilidades e alarmes; EPMS é o sistema de gestão de energia elétrica que monitora subestação, geradores, UPS e painéis em tempo real.
Colocation é o data center que aluga espaço e energia para vários clientes; hyperscale é o data center de grande porte construído para um único operador de nuvem, geralmente acima de dezenas de MW.
Subestação AT/MT, transformadores, painéis de média e baixa tensão, barramento blindado, geradores, UPS e distribuição até os racks — com rastreabilidade circuito a circuito e comissionamento antes do first power.
Sim. Sprinklers com pré-ação, hidrantes, detecção por aspiração e supressão por agente limpo, tudo pela mesma equipe própria.
São cinco níveis de teste, da inspeção de fábrica aos testes integrados com carga. Cada sistema é validado antes da energização, comprovando a redundância N+1 ou 2N.
Sim. Saem testados da fábrica própria e chegam ao site prontos para conectar, reduzindo interfaces e encurtando o caminho ao first power.
Sim. Ampliação de halls e adequação de sistemas são feitas com plano de trabalho que preserva a disponibilidade da operação existente.
Sim. A MSE executa instalações para data centers em todo o território nacional, com equipes próprias mobilizadas por obra. Painéis elétricos da fábrica do grupo também já foram fornecidos para data center no México.