Terraplanagem, drenagem e infraestrutura da Fase IV de expansão do Porto Itapoá, em Itapoá (SC), executadas pela MSE Engenharia com frota própria.
Terreno pronto no prazo da obra
Terraplanagem é a primeira frente do cronograma e a que mais atrasa projeto quando falha. Com 47 anos de obras industriais, a MSE trata o movimento de terra como parte da engenharia, não como serviço isolado: o mesmo time que projeta e constrói responde pelo terreno. Escavadeiras, tratores de esteira, motoniveladoras, pás carregadeiras, rolos compactadores e caminhões bascul antes são nossos, o que significa mobilização rápida, manutenção em dia e produtividade que não depende da agenda de locadoras.
Frota Própria
Linha amarela completa da MSE: escavadeiras, tratores, motoniveladoras, rolos e caminhões, com operadores próprios.
Limpeza e Preparo do Terreno
Remoção de vegetação, destocamento e retirada da camada vegetal, deixando a área pronta para o movimento de terra.
Cortes e Aterros
Escavação, transporte e compactação do solo até as cotas de projeto, com controle de volume e de material aproveitável.

Compactação Controlada
Execução em camadas com rolos vibratórios e controle do grau de compactação previsto em projeto.

Drenagem e Contenções
Canaletas, bueiros, taludes e contenções que protegem o platô contra erosão e infiltração durante e depois da obra.

Pavimentação e Vias
Sub-base, base e pavimento de vias internas, pátios e acessos de obra, prontos para tráfego pesado.

Topografia e Controle
Locação, acompanhamento com GPS e as built do movimento de terra, com relatórios de volume e conferência de cotas.

Logística e Mobilização
Transporte de equipamentos, canteiro e frentes simultâneas organizadas para não travar as demais etapas da obra.

Entrega para a Fundação
Platô nivelado, compactado e liberado por ensaio, pronto para a próxima frente começar sem retrabalho.













































































































Executar uma terraplanagem começa pela compreensão do terreno e do que ele vai receber. Topografia, sondagem, volumes de corte e aterro, condições de drenagem e cargas previstas orientam as decisões de engenharia e o plano de ataque da obra.
O processo começa com topografia, sondagem e estudo de corte e aterro, que definem cotas, volumes e o aproveitamento do material do próprio terreno. Em seguida vêm a mobilização da frota, a limpeza da área, a execução dos cortes e aterros em camadas e, por fim, a drenagem e a liberação do platô para as fundações.
O prazo depende do volume de corte e aterro, do tipo de solo, da distância de transporte e das condições climáticas. Frota própria e frentes simultâneas encurtam o cronograma, e o planejamento da drenagem evita paradas na estação chuvosa.
O valor varia conforme o volume movimentado, a distância de transporte, a necessidade de empréstimo ou bota-fora, as contenções e o grau de compactação exigido. Um levantamento topográfico e o estudo de corte e aterro permitem um orçamento compatível com a obra.
O corte retira material das cotas altas e o aterro preenche as baixas, sempre que possível com o solo do próprio terreno. A compactação em camadas é o que garante a capacidade de suporte: sem ela, o platô recalca e compromete fundações e pavimentos.
Definir desde o projeto as cotas, a drenagem e os acessos evita retrabalho entre o movimento de terra e as fundações. Quando terraplanagem e obra estão sob o mesmo responsável, as frentes se sobrepõem com segurança e o cronograma encurta.
Desenvolvemos painéis elétricos,
para conectar energia, proteção e controle, da engenharia à fabricação, com testes antes da entrega.
Sim. A frota amarela é da MSE, com operadores e manutenção próprios, o que reduz o risco de parada por indisponibilidade de máquina e acelera a mobilização.
Os dois. A terraplanagem pode ser contratada isoladamente ou como parte de uma obra completa, com projeto, construção e instalações sob o mesmo responsável.
De plataformas industriais e canteiros a grandes movimentações de terra para fábricas, data centers, portos e obras de infraestrutura, com volumes acima de 1 milhão de m³.
Com acompanhamento topográfico, execução em camadas e ensaios de compactação documentados em relatórios ao longo da obra, até a liberação do platô.
Sim. A frota é mobilizada para obras em todo o Brasil, com estrutura de canteiro e logística próprias.